
A educação especial até duas ou três décadas atrás, tinha como propósito atender pessoas com necessidades especiais,era vista como provedora de serviço a uma clientela específica.
Diante dessa realidade, encontramos a existência de dois sistemas paralelos de educação:o regular e o especial.
Dados da normatização da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei nº 9.394/96, Cap.
V, da Educação Especial:
"Entende-se por Educação Especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade
de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino
para educandos portadores de necessidades especiais".
Percebendo que as pessoas com deficiência era capaz de aprender como qualquer pessoa fez com que houvesse a democratização das oportunidades educacionais, à medida que
se considerou que a maior parte dessa população não apresenta qualquer característica
intrínseca que não permita essa inclusão.
As escolas devem, portanto, oferecer oportunidades curriculares que se adaptem a alunos com diferentes interesses, potencialidades e capacidades,buscando uma proposta que respeite o desempenho e o processo de construção do conhecimento de cada um.
A partir de experiências da utilização das tecnologias da informação e comunicação em
instituições ou classes de educação especial, percebemos o quanto a tecnologia pode ser útil,abrangendo desde as possibilidades de expressão de uma idéia por meio de um editor de texto, de um editor de desenhos, de software específicos para comunicação alternativa até produções que têm como proposta a construção do conhecimento, utilizando software de autoria, manipulação de banco de dados, construção e transformações de gráficos, planilhas e recursos da internet.
o que podemos perceber é que vivemos em uma sociedade que para se alcançar algo necessitamos que cada um conheça a si mesmo para que possamos compreender o outro independente de suas diferenças ,para que possamos viver coletivamente rompendo barreira quebrando paradigmas.

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